sábado, 28 de junho de 2008

Quando acontece um absoluto

Hoje não tenho palavras...

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Como estamos de parabéns...



Oban, 14 anos, West Highland, 43º

Cor: âmbar

Primeira: pouco pungente, de teor que se adivinha mais rico que o nariz
Puro, meio-alcatrão sulfuroso com maresia que apaga o enxofre
Com água, aromas reduzidos deixando toque de biomassa pantanosa, floral com açúcares refinados

Segunda: distribui-se por todo o palato após começo suave, evolui para a secura fumada - madeira sem turfa.

Final: especiarias e tempero herbal.

Não é um Port Ellen, mas daí a descontinuarem a importação desta maravilha (e do Lagavulin, do Cragganmore, do Ardbeg, do Dalwhinnie, do Caol Ila, do...) "por não haver mercado em Portugal que o justifique", é mais um passo na direcção da mediocridade - como os exames de Matemática deste ano...





quarta-feira, 11 de junho de 2008

Expect the Unexpected

E se o Tricky fizesse um cover do "Slow" de Kylie Minogue no seu mais recente álbum?
Rather strange, mas suficientemente inesperado para nos fazer parar um pouco e ouvir com atenção.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Everything In Its Right Place

A edição deste Best Of é obviamente uma manobra de desavergonhada exploração comercial por parte da EMI/Parlophone após a separação com os Radiohead. Nada de novo aqui, apenas a indústria a cavar mais fundo a sua sepultura. Não é o primeiro e não será o último caso. Penso até que os fatos da EMI se devam ter sentido extremamente felizes quando as cópias de In Rainbows começaram a voar via net para os seus destinatários. Apenas valorizou mais o seu espólio de sete álbuns, à espera de ser posto (mais uma vez) a render. Pois bem, perante este CD só há uma coisa a dizer: que se lixe, com música desta nada disto é importante. Além disso, quem quer que tenha sido o responsável pela selecção das faixas mostrou um respeito inesperado pela banda e pelo seu legado. Basta pegar no primeiro disco da edição dupla e ver o alinhamento: Just, Paranoid Android, Karma Police e Creep, de uma vez só, coisa para nos deixar de coração acelerado e sorriso idiota estampado no rosto. Pode ter sido coincidência, mas é um início tremendo, capaz de pôr o ouvinte mais incauto de joelhos e o iniciado a voltar em acreditar em tudo aquilo que fez os Radiohead grandes. Continuando a audição, lá temos todas as grandes canções, arrumadas como por milagre, My Iron Lung, o fabuloso There There, Fake Plastic Trees, Street Spirit (Fade Out) e a entrada na sagrada parceria Kid A/Amnesiac com Idioteque e Everything In Its Right Place (mais a presença de Optimistic, na versão americana) para mostrar o que aconteceu quando a banda resolveu fazer o céu e a terra mudarem de lugar. E o que aconteceu? Bem, basta ouvir Pyramid Song para perceber, só por esta pequena pérola valeria todo o CD, por ela eles estão no Olimpo da música moderna. No segundo CD, a tarefa parece ter ficado a meio, com uma escolha mais limitada e alguns tiros falhados, como se o bom que não coube no primeiro disco não tivesse sido suficiente para encher outros 70 minutos e fosse necessário escolher outros momentos para complemento, escolha essa que deve ter causado alguns problemas… Mesmo assim temos direito a I Might Be Wrong e a outra secção de impressionante força: Exit Music (For A Film), The National Anthem, Knives Out e Talk Show Host. Nada mal, mesmo assim. Um fã dedicado terá todos os discos da banda e as duas raridades que aqui aparecem podem ser facilmente adquiridas (Talk Show Host na BSO de Romeo+Juliet, True Love Waits em I Might BeWrong – Live Recordings), mas digo-vos, ide e comprai, com alegria, com a certeza de que, mesmo com tudo o resto à volta, música desta é difícil de encontrar hoje em dia e só isso importa. Os Radiohead foram e são uma grande banda, com um legado formidável e uma capacidade de renovação e criatividade capaz de desafiar as regras e os modelos de uma indústria formatada e em queda. É ouvir Pyramid Song e ficar a perceber porquê…

segunda-feira, 9 de junho de 2008

FALTA DE CRITICA FICA OS VIDEOS

POR FALTA DE CRÍTICA FICAM AQUI OS 2 MELHORES MOMENTOS DO RIR2008.




Muse - Starlight RIR2008



Linkin Park - Breaking the Habit RIR2008

sexta-feira, 6 de junho de 2008

EU VOU E TU?


Hoje é o dia que a família cá de casa vai ao Rock in Rio Lisboa. Na reunião para escolher um dos dias, saltou logo à vista este último. Muse é sem dúvida a banda que me faz ir, ainda por cima porque estão a produzir o novo álbum. Mas os Linkin Park nunca podem ser uma carta fora do baralho porque são muito bons naquilo que fazem ( estive no concerto deles o ano passado no Oeirasalive07 e sei do que escrevo ).Os Kaiser Chiefs são festa garantida em cima do palco e por isso prometem. Quanto aos Offspring até vai ser bom relembrar alguns temas antigos mas não havia necessidade de estarem aqui. Não se percebe também o que fazem aqui os Orishas, mas enfim...

quarta-feira, 4 de junho de 2008

O Preço da Arte

Benefits Supervisor Sleeping (1995) de Lucian Freud, o quadro mais caro de um artista vivo, vendido pela Christie's de Nova Iorque, em Maio passado, por 33,6 milhões de dólares. O comprador foi Roman Abramovich. Sim, esse mesmo...

Spiritualized - Soul On Fire

Spiritualized - Soul On Fire

Descobri isto e ainda bem. O novo álbum dos Spriritualized de nome A&E arrisca-se a ser um marco na historia desta banda. São 12 músicas mais 6 pequenos interlúdios instrumentais e baseia-se na vida do vocalista Jason Pierce, depois de ter sido internado nos cuidados intensivos. Um ábum cheio de optimismo para um mundo tão cinzento.

terça-feira, 3 de junho de 2008

THE TING TINGS


The Ting Tings - That's Not My Name (New)

O que eu ando a ouvir no meu leitor, é simplesmente genial e muito dançável.